Eu sou uma pessoa comum, igual a você. Tenho uma família linda e unida. Adoramos viajar e nos divertir juntos! 

O que significa LIBERDADE para VOCÊ?

Fazer o que quer da vida, despreocupado com família, sem compromissos pessoais ou lugar fixo de moradia?

Estar onde quer, a hora que quiser, sem se preocupar com mais ninguém, além de você próprio?

Estar sempre presente com a família?

Não precisar encarar o trânsito ou intempéries entre sua casa e o seu local de trabalho?

Poder trabalhar do lugar que quiser, sem compromisso com chefe, prazos e horários?

Eu sou o Márcio Martinez, criador do projeto que tem o meu nome, Oficial da Reserva da Brigada Militar (como é conhecida a Polícia Militar do RS) e mesmo tendo um bom salário garantido todo mês, bem acima da média do trabalhador brasileiro, nunca me contentei em ver tantas pessoas precisando ganhar melhor para atender as suas necessidades básicas de saúde, educação, sustento próprio e de dependentes.

E olha, que mesmo ganhando próximo a 15 mil Reais por mês, ainda assim tenho algumas restrições. Então eu fico imaginando as amarras que a falta de dinheiro impõe às pessoas que recebem um salário-mínimo mensal e fico pensando: “Nossa, como as pessoas se viram todo mês?” “O que eu posso fazer pra ajudar as pessoas a conseguirem algum extra?”

Alguém vai dizer: “quanto mais ganha, mais gasta…” Concordo, em parte, mas penso que as pessoas menos favorecidas merecem poder se alimentar, vestir e morar em melhores condições; ter mais liberdade para o lazer, frequentar boas escolas e faculdades e se locomover em seu próprio veículo, sem depender exclusivamente de ônibus lotado. Seria uma infinidade de coisas se eu fosse montar uma lista aqui.

Por isso tenho certeza de que a falta de dinheiro é o que mais restringe a liberdade das pessoas.

Tá, mas e daí? Se eu já tenho um bom salário, praticamente não me preocupo com restrições impostas por falta de dinheiro, o que eu estou fazendo aqui?

A resposta é simples: quero ajudar quem eu puder a ter uma vida nem que seja um pouco melhor. Ainda mais depois que uma pandemia como a COVID-19, que trouxe tantos problemas, além das infelizes fatalidades, obviamente, mas que trouxe junto uma piora histórica na economia mundial, perdas de empregos, fechamentos de indústrias e por aí vai.

Como iniciou minha vida na internet

Eu ingressei na carreira militar aos 19 anos porque sempre vi nela uma vocação. Carreira muito honrosa, que me proporcionou adquirir tudo que tenho hoje, fazer grandes amigos e que ajudou muito a forjar o meu caráter. Foram trinta anos de dedicação exclusiva ao serviço policial militar até a minha transferência para a Reserva Remunerada no final de março de 2021.

Mas nem tudo eram flores. Durante esse período e em razão da minha atividade, eu presenciei a miséria humana e tudo de ruim que deriva dessa casta. Vi adultos e seus filhos em condições de subalimentação, de fome de verdade, crianças de colo sem ter o que comer, e não raras vezes, cujos pais gastavam com drogas o pouco que obtinham de trabalhos eventuais.

Durante todo esse tempo testemunhei as histórias de colegas de trabalho que perderam a vida ou ficaram com sequelas permanentes em razão dos famigerados bicos de segurança privada em estabelecimentos comerciais para complementarem a renda e ter um pouco mais de dignidade. Não é uma crítica, estou ciente que cada um deles sabe onde “lhe apertam os calos”, mas não é o que eu recomendaria para nenhum jovem recém ingressando na PM.

Passei por diversos governos, cada qual com sua política (ou a falta dela) para com a segurança pública e seus servidores, a maioria tentando ou tirando direitos conquistados. Com isso, da nossa parte, só ouvi reclamações, revoltas etc. Mas reclamar adianta? Eu já vi que não! Então eu precisava fazer algo para mudar.

Ainda no serviço ativo, eu já sabia que precisaria me preparar para a reserva remunerada. Com apenas 49 anos de idade, aposentado, sem fazer nada, não iria dar certo. Fatalmente o que ocorre com muitos, que, por entrarem em uma rotina ociosa, acabam optando por preencher seus dias fazendo bico de segurança privada, arriscando suas vidas sem qualquer respaldo do estado. E as fatalidades não são raras…

Qual minha motivação?

Eu sei que posso ser mais produtivo, contudo, não tenho mais a mesma energia de antes para a atividade policial militar, embora pudesse continuar na ativa, ingressando em um programa para permanência em troca de uma razoável bonificação em meu salário. Mas não…

Coloquei minha qualidade de vida em primeiro lugar. E da minha esposa e filha, também. Resolvi empreender em algo totalmente diferente daquilo que fiz nos últimos trinta anos, sem cuspir no prato onde comi, claro! Mas encarei isso como um “restart” mental. E está funcionando!

Trabalhar em casa, com marketing digital e marketing de afiliados está contribuindo muito para minha mudança de hábitos e principalmente para melhorar minha saúde psíquica, o que inclui meu estado de humor. A convivência com a minha família melhorou sensivelmente.

Hoje, ainda que tenham se passado pouco mais de um ano desde que iniciei, já me sinto outra pessoa, com um estado de bom humor e paciência muito maiores do que quando estava no serviço ativo.

Nos meus dois últimos anos na PM, passei a me interessar pelo marketing de afiliados. Comecei a ler sobre o assunto, superficialmente, pela falta de tempo devido à carga de trabalho, mas sempre me aprofundando aos poucos, sem colocar nada em prática.

Passei a entender que o trabalho com a internet, em casa, é igual a qualquer outro trabalho, claro que com vantagens óbvias, mas que necessita dedicação, empenho, perseverança e investimento em conhecimento e material. Nada comparado à abertura de um negócio tradicional, onde é necessário comprar ou alugar um ponto comercial, alvará, licenciamento, taxas, contas de água, energia, internet, além de deslocamentos ida e volta entre o trabalho e casa, trânsito, intempéries.

Mas voltando às minhas leituras sobre marketing de afiliados, comecei a pesquisar sobre as oportunidades que esse mercado de trabalho poderia me oferecer e descobri profissionais altamente produtivos que fizeram desse negócio sua profissão e hoje são muito bem-sucedidos. Conheci também os picaretas, que só queriam vender e-book por valor irrisório com promessas mirabolantes. Tudo mentira. Fuja desses caras!

Mas os produtores sérios, todos em comum mostraram suas histórias de vida, sua base familiar, suas rotinas, dificuldades em iniciar e depois em obter os primeiros resultados, de que forma ultrapassaram obstáculos, como se organizaram, enfim, comecei a perceber que se eu seguisse seus métodos, também conseguiria.

Afinal de contas, também quero QUALIDADE DE VIDA, além da independência financeira. E eu precisava de pouca coisa para começar: um computador (uso meu notebook) e acesso à internet. Outras coisas que considerei e me levaram a tomar essa decisão:

– Posso gerenciar meus próprios horários;
– Posso trabalhar em qualquer lugar do mundo, bastando ter um computador conectado à internet;
– O investimento é muito baixo e o retorno muito mais rápido, comparado a qualquer negócio tradicional;
– Posso viajar “em férias” e continuar acompanhando meu negócio;

Mas eu ainda precisava de um “norte”, uma orientação. Os materiais grátis me deram pouca ajuda e alguns materiais pagos simplesmente não prestavam, não cumpriam com aquilo ao qual se propunham, eram falsas promessas. Aliás, uma promessa que você JAMAIS deve acreditar: Ninguém, absolutamente ninguém ganha dinheiro na internet da noite para o dia.

Vou abrir um parêntese: Esqueça essa história de ganhar dinheiro na internet! 

Ninguém ganha nada na internet… Não sem focar, sem trabalhar, sem perseverar, sem se dedicar, sem deixar de lado a procrastinação e a preguiça…

Vencidos esses obstáculos corporais,  foque em RECEBER pelo seu TRABALHO na INTERNET e os RESULTADOS virão naturalmente!

Você, a exemplo de qualquer trabalho tradicional, vai receber dinheiro por trabalhar com a internet. Como qualquer autônomo, MEI, ou ME, preferencialmente regularizado com CNPJ, vai receber de acordo com a qualidade do seu trabalho e isso exige empenho, principalmente no início. Fechei o parêntese.

Resolvi investir em um curso para marketing de afiliados. Escolhi esse curso porque o criador dele, Alex Vargas, deixou provado que é possível lucrar bastante. E ao contrário dos demais criadores de cursos, ele não parecia preocupado em vender o próprio curso, mas mostrar diariamente através de vídeos no Youtube que sim, é possível se obter renda com trabalho como afiliado. A escolha pelo curso ocorreu naturalmente.

Passei a aplicar as técnicas ensinadas, me dediquei, perseverei, e ainda estou aprendendo, mas já percebo os resultados. São apenas quatro meses, mas meu site começa a ter um tráfego, ainda baixo, mas já é um tráfego natural, sem necessidade de anúncios pagos, já fiz a primeira venda pela Hotmart e comecei a entender como funciona a dinâmica do marketing digital.

Se você quiser saber que curso é esse do Alex Vargas, sugiro que clique no botão abaixo. É esse o curso que me possibilitou enxergar as oportunidades reais e mais lucrativas do trabalho como afiliado.

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